cultura

1ª Feira Imaginária Contemporánea.

Foro de autoxestión
A I Feira Imaginária Contemporánea xorde como evento que reúne diferentes proxectos culturais nun espacio de encontro e desenvolvemento: o Alg-a Lab de Valadares os días do 2 ao 5 de setembro 2010. A Feira proponse como microplataforma de produción/consumo cultural, na que se destaca o carácter independente e contemporáneo da creación.

A Feira ofrece un modelo de autoxestión no que os diferentes asociacións, creadores independentes e interesados en xeral poden desenvolver o seu traballo. É o resultado dun proceso de decisión e inversión cooperativa d@s participantes na procura de solventar as condicións precarias nas que se atopan.

A Feira aspira a crear a conxuntura que xere un salto cualitativo no tecido creativo e cultural dunha zona relativamente determinada: a comunidade galega, ou máis especificamente, en torno ao seu eixo atlántico e/ou o seu imaxinario luso-atlántico.

A súa vez, a Feira plantéxase como espacio de convivencia: entre o tradicional e o contemporáneo, entre a tecnoloxía e a ecoloxía, entre o rural e o metropolitano. Que aspectos de cada un permanecen, subsisten e resisten no outro? De que maneira poden resoar ambos paradigmas e pechar un mesmo circuito? Isto dá lugar ao que chamamos antropoloxía imaxinaria.

A Feira cuestiona porén a forma de producir, usar e consumir cultura. Achega o limite que separa a Teoría do espectáculo, @ creador@ d@ consumidor@, reformulando o sentido d@ usuari@ cultural e a súa potencia xerativa; incidindo na necesidade dunha formación continua para garantir o resultado de todo producto cultural e incluso da cultura como producto.

Língua e serviços em mao comum

Língua e serviços em mao comum
Língua e serviços em mao comum

O Festival da Poesia pretende cada ano unir festa e reivindicaçom, escolhendo sempre um lema que centre as inquedanças do colectivo. 'Língua e serviços em mao comum' centra nos ataques à língua e no retrocesso dos serviços públicos umha preocupaçom general polo incremento contínuo das agressons contra todo o que suponha património popular, contra todo o público e galego.

Desestruturaçom da sanidade pública, relegaçom do ensino público frente ao potenciamento do privado, gestom privada dos recursos naturais, falta de direitos lingüísticos, ausência de serviços de transporte colectivo, comunicaçons nas mans das empresas... som diferentes peças de um quebra-cabeças em que se ilustra a acumulaçom de poder por sectores cada vez mais reduzidos e a infámia da homogeneizaçom cultural.

Escolhe-se a língua polo contexto em que se encontra (perda de falantes, diminuiçom de espaços para o seu uso, aumento de prejuízos lingüísticos e difusom interessada dos mesmos, discriminaçom em todos os níveis do ensino), mas também para dar resposta à penúltima ideia desenvolvida polos sectores mais recalcitrantes do espanholismo: a falácia da imposiçom.

A reivindicaçom duns serviços públicos, universais, gratuitos e de qualidade centram a outra parte da legenda. Ensino, saúde, transportes, água, luz, gás... vam-se ou fôrom-se desmantelando e deixando nas maos das empresas, a diferentes ritmos, mas com o mesmo objectivo: que o povo tenha que pagar polo que é do povo.

Todos estes aspectos vam estar presentes durante o Festival da Poesia; em forma de debates, de intervençons públicas, nos poemas, nas cançons.

Migrando a linux, talher no Vigo Transforma

Transverssaliçando, tentando inocular o virus software livre, o virus copyleft. Do 6 ao 8 julho estaremos como olholivre dando um talher de migraçom a ubuntu ou debian + habituaçom á realizaçom de processos criativos básicos com GIMP, cinelerra, kdenlive, audacity...no Instituto Camoes, dentro da programaçom do electrofestival Vigo Transforma, que nasce como formato este ano.

Para inscreversse ou ter máis info:

http://www.vigotransforma.com/

Material Didáctico para o curso

SGAE e internet: as súas ofenssivas, as nossas alternativas

Hoje, 8 de abril ás 20:00 h na Gentalha do Pichel em Compostela olholivre estará numha mesa redonda sobre SGAE, internet e as nossas alernativas em clave de cultura livre, direito á liverdade de expressom, á privacidade etc etc

I Jornadas Galegas da Ediçom Independente

Estaleiro Editora e Corsárias organizam as I Jornadas Galegas da Ediçom Independente.

As apresentações, palestras e debates realizarám-se na Biblioteca Anxel Casal de Santiago de Compostela entre 2 e 5 de Março. Cada jornada constará de duas sessões diárias, a primeira às 17h00 e a segunda às 19h00 da tarde. As I Jornadas Galegas da Ediçom Independente finalizarám com umha festa cheia de música, teatro e sorteios que se celebrará na sexta-feira dia 5 de Março, às 22h30, no Bar As Duas.

Programa completo das jornadas.

::Reflexons em código aberto:: JORNADAS informaçom e redes 2.0


::Reflexons em código aberto::
JORNADAS informaçom e redes 2.0

JORNADAS CONTRAINFORMATIVAS 2.0
JORNADAS CONTRAINFORMATIVAS 2.0

Partamos desde umha realidade hoje em dia tam quotidiana como incontrolável. A poliferaçom de datos na infoesfera (portais contrainformativos, Redes Sociais,...) é hoje um tsunami que está a atravesar a internet, a rede e polo tanto as formas comunicativas de grande parte das sociedades globais. Recapitulemos entom; o nascemento da web activa, do formato web 2.0 abriu umha fenda profunda, umha linha de fuga proposta e feita praxe desde longe do poder, que ajudou ao empoderamento de subjetividades críticas que incidiam num uso cooperativo e livre das tecnologías da comunicaçom e da Rede de redes.
Porem, um inicial uso multitudinario e incontrolável da web 2.0 deu paso também a espaços de captura inicialmente capilar, actualmente masiva, nos que os sistemas hegemónicos (governos, redes mercantis,...) empregarom e empregam a cooperaçom do colectivo como ferramenta para o control e para a geraçom de recursos em chave de privada plusvalía. Ainda assim, o caracter do web 2.0 segue a ponher em crise o governo hegemónico da rede.

Voltando a realidade actual, entendemos que a maré de blogues, portais e espaços contrainformativos e comunicativos conscientes em Redes Socias som , e fundamentalmente, vam ser o elemento central na estrategia comunicativa dum futuro cada vez máis presente. A nossa intuiçom é ja elemento da vida comúm: milhons de individuos empregam quotidianamente os multiplos portais de autopublicaçom e Redes Sociais existentes e muitxs de estes usuarixs, entregam-se a construçom colectiva de novas Redes máis autonomas, rebeldes e tecnológicamente emancipadas da hegemonía do software privativo.

No ámbito concreto das redes sociais Facebook, Twenti, Twitter começam a ter enfronte propostas que desde a sociedade crítica, desde os movimentos sociais, ponhem em marcha diversas experiencias de rede social máis úteis, colectivas, tecnológicamente sostíveis e alternativas (N-1, Crabgrass, ou no caso galego, exemplos como Cabozo, Chuza, Sementeira,..).
Queremos debater entom sobre este fenómeno comunicativo (e polo tanto, político, relacional, afectivo, emotivo), ponher em claro propostas e apostas, lançar preguntas e transitar possiveis soluçons ante a MetaRede que, entre cada um dos nossos terminais, esta-se a componher e recomponher.

Jornada contrainformativa
Venres 5 - 20'30
Ouviremos e analisaremos em comúm o estado actual da contrainfomaçom na infosfera do pais posibilidades e futuro dos espaços telemáticos em chave social. (Vieiros, Galiza livre, Altermundo, Indymedia, Olholivre,...)

Sábado 6 - 18'00
Jornada Redes Sociais, web 2.0
Analisaremos colectivamente o uso das ferramentas que favoreçem a interacçom entre as comunidades e pessoas na infosfera crítica galega (Blogaliza, Altermundo, Ergosfera, Universidade Invisíbel, Sementeira, Indymedia, Saramaganta, CCSS, Trebelab, Hacktreu, Causaencantada,...)

* O sábado na manha assembleia aberta Indymedia Galiza (12'00)
* O sábado a noite haverá cea/fim de festa (vegana) 22'00

"O enxame, as regras mudarom"

Centro Social Atreu
T/ Sam José, 2 res-de-chao
A Corunha

olholivre no r10 do alg-alab

Aquí tendes o programa compreto do r10, evento organiçado polo colectivo alg-a, no que olholivre aportará o seu graninho o día 10. Obrigadas polo convite!

pROGRAMa.:

Día 10 de Xaneiro: a partires das 19.00h

Happening: Teddy (Fr) + Juan Pi (Gz)
Proxeccións: Félix P. Hita (Bcn) + Olholivre (Gz)
Performance: Paulina Funes (Arx)
Teatro-movemento: Man Hauser (Gz)
Concerto: Angel Faraldo (Es) + ZLB (Pt) + Timitiminono (Pt)

Día 16 de Xaneiro: a partires das 18.00h

Performance: Berio Molina (Gz)
Concerto: Nenoescuro (Gz)
Poesía: María Lado (Gz)
Concerto: Spectral Surgery (Lanzarote/Madrid/A Corunha)
Concerto: Guru Mamut (GZ)
Pagana Verbena: DJ Carina Posse (Alemanha) + VJ Mig (Gz)

dATOs.:

Data: 10 + 16 de Xaneiro 2010
Hora: a partires das 18.00
Entrada: De balde
Espazo : Alg-a Lab (Valadares-Vigo)
Cómo chegar: eiquí

Comida e bebida no Bar Situacionista “A Casa de Bruxa” (prezos populares)

+ info: http://www.alg-a.org

Encontro SL/Cultura livre com Educrítica

O passado martes 26 estivemos na Gentalha do Pichel convidadas pola assembleia de educaçom crítica, junto às compas de cisma e de auto-stop.saramaganta.info. O encontro tivo dúas partes: na primeira, introduzimos a filosofía do software livre e da cultura livre respostando as preguntas das pessoas presentes que girarom fundamentalmente em torno às possíveis dificultades da migraçom; na segunda, apresentamos cada um dos nossos projectos. Umha jornada agradável na que algumhas tiverom o seu primeiro contacto com a lógica linuxera, e na que os colectivos alí presentes começamos a fazer rede entre nós. Seguimos, e parabéns às compas de educrítica!!

Carta aberta ao Parlamento Europeu

Estimados Membros do Parlamento Europeu, queremos expresar nosa máis profunda preocupación sobre o futuro de Internet en Europa en relación ás últimas emendas ao Paquete de Telecomunicacións que se atopa na última fase do proceso de Segunda Lectura. Algunhas emendas daniñas adoptáronse o 31 de marzo na comisión de Consumidores e Industria (IMCO) A maioría desas emendas debilitan ou deixan sen sentido calquera protección consumidoras e consumidores, permiten prácticas en detrimento dos dereitos fundamentais da cidadanía e outorgan poderes amplos e discrecionais ás compañías de telecomunicacións.

As emendas relativas á discriminación do tráfico de Internet permitirán aos provedores de acceso filtrar contidos e aplicacións e dar prioridade a determinados servizos e o bloqueo doutros. As consecuencias serán catastróficas para as liberdades da cidadanía e para a innovacón baseada en Internet. Algúns operadores de negocios en Internet deixarán de ter a seguridade de chegar a todos os que os usuarios de Internet de Europa. Á inversa, cada usuaria ou usuario de Internet verá só a porción da Web á que o seu provedor lle permita acceder

Un acceso aberto e non discriminatorio, que foi sempre a base do crecemento de Internet, está sendo ameazado polas compañías americanas de telecomunicacións, que promoveron algunhas desas emendas. Esas emendas emendas crearán un estado permanente de escaseza de ancho de banda e permitirán ás compañías a priorizar determinados contidos, aplicacións e servizos sobre outros. Desincentivarán tamén os investimentos en Infraestrutura, impedindo a competencia e a innovación. Isto ameazará seriamente a liberdade de expresión. É máis como EU Observer sinalou: (http://euobserver.com/19/27859)

"O Presidente de Estados Unidos, Barack Obama fixo da neutralidade da rede un asunto clave na súa campaña e a principios de Marzo nombrará a Julius Genachowski, un forte defensor da neutralidade na Rede, como o máximo regulador das telecomunicacións do país. As grandes compañías americanas de telecomunicacións entenderon a mensaxe e moveron a súa batalla á outra beira do Atlántico."

As enminedas de AT&T promovéronse, como mínimo, sen ter en conta seu potencial para retardar a innovación en Europa e para poñela en desvantaxe respecto a Estados Unidos. O mercado interior europeu, que está baseado de maneira importante en Internet, non terá mais os beneficios dun Internet aberto e sen discriminacións. Aínda que eses beneficios aínda estarán dispoñibles para todos os demais países fóra de Europa.

Neste momento dunha seria crise económica, o risco é que a separación entre Europa e Estados Unidos sexa criada de forma artificial, relentizando a poboación das infraestruturas de telecomunicacións.

Entendemos que o Parlamento foi correctamente informado, cando non desinformado, sobre os anteriormente mencionados riscos que apareceron máis claramente despois do proceso da primeira leitura.

Xa, o 3 de abril, a maior compañía de móbiles de Alemaña anunciou que están bloqueando Skype, a pesar de que Skype é por un lado unha aplicación clave na comunicación de voz en Internet, ademais de ser coñecida por consumir unha pequena cantidade de ancho de banda. Por tanto é obvio que a decisión non se baseou nunha necesidade real de xestión do tráfico ou de calidade do servizo. Mostra que as políticas de xestión de tráfico e a calidade do servizo poden usarse como escusa para bloquear aplicacións específicas. Tamén demostra que deixar depender na competencia entre as compañías de telecomunicacións a neutralidade da rede é un mecanismo burdo e pon de relevo a necesidade de que a Directiva de Servizo Universal garanta á cidadanía, negocios e operadores de Internet, acceso sen límites aos servizos, aplicacións e protocolos en Internet.

Por iso pedímoslles que consideren o asunto coidadosamente, xa que o futuro de todo Internet en Europa e, polo tanto, dun elemento clave do futuro social e a prosperidade económica de Europa, están en xogo neste momento.

Convidámolos a examinar as seguintes análises independentes relativas aos artigos enmendados das Directivas de Servizo Universal, Directiva Marco e de Autorización de Monica Horten, doutorando en Política de Comunicación Europea da University of Westminster, Communication and Media Research Institute.

http://www.iptegrity.com/index.php?option=com_content&task=view&id=302&I...
http://www.iptegrity.com/index.php?option=com_content&task=view&id=304&I...

Esperamos que defendan os dereitos fundamentais da cidadanía e a futura prosperidade económica do mercado do proxecto europeu que está construído ao redor de liberdades fundamentais en Internet.

Na nosa coalicion contamos con expertos en áreas relevantes respecto a Internet e aos dereitos da cidadanía, incluido filtrados, tecnoloxías de rede, xestión de dereitos dixitais, privacidade e protección de datos, política lexislativa, dereito, medios e software.

Pedímoslles que consideren emendas baseadas nos principios Noruegos, (http://www.npt.no/ikbViewer/Content/109604/Guidelines%20for%20network%20...) que apoien a emenda 138 e o art. 32 a da Directiva de Servizo Universal e que eliminen calquera referencia a emendas que propón calquera forma de limitación.

Atentamente.

Urxente! Internet NON se toca!

Nestas semanas decídese a privatización de Internet.
O 5 de maio o parlamento europeo vota un paquete de medidas que influirá nas lexislacións de todos os estados.

Para protexer os intereses das multinacionais da comunicación e do entretemento, o parlamento europeo podería regalar os nosos dereitos de acceso a unha Rede aberta.

Estes dias estase lanzado simultaneamente desde organizacións de toda a Comunidade Europea unha campaña cidadá para impedir a privatización de Internet e para defender os dereito democráticos de acceso á información.

¡Non deixes que o Parlamento da U.E. privatice Internet! ¡Non haberá volta atrás!

Le a Carta Aberta ao Parlamento Europeo que explica a dramática situación actual. Escribe aos europarlamentarios para expresar a túa indignación e a gravidade da situación que crearon os lobbies do copyright. Segue as noticias máis importantes en Black Out Europe

PARTICIPA!!

+info: http://exgae.net/ http://hacktivistas.net/

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