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::Reflexons em código aberto:: JORNADAS informaçom e redes 2.0


::Reflexons em código aberto::
JORNADAS informaçom e redes 2.0

JORNADAS CONTRAINFORMATIVAS 2.0
JORNADAS CONTRAINFORMATIVAS 2.0

Partamos desde umha realidade hoje em dia tam quotidiana como incontrolável. A poliferaçom de datos na infoesfera (portais contrainformativos, Redes Sociais,...) é hoje um tsunami que está a atravesar a internet, a rede e polo tanto as formas comunicativas de grande parte das sociedades globais. Recapitulemos entom; o nascemento da web activa, do formato web 2.0 abriu umha fenda profunda, umha linha de fuga proposta e feita praxe desde longe do poder, que ajudou ao empoderamento de subjetividades críticas que incidiam num uso cooperativo e livre das tecnologías da comunicaçom e da Rede de redes.
Porem, um inicial uso multitudinario e incontrolável da web 2.0 deu paso também a espaços de captura inicialmente capilar, actualmente masiva, nos que os sistemas hegemónicos (governos, redes mercantis,...) empregarom e empregam a cooperaçom do colectivo como ferramenta para o control e para a geraçom de recursos em chave de privada plusvalía. Ainda assim, o caracter do web 2.0 segue a ponher em crise o governo hegemónico da rede.

Voltando a realidade actual, entendemos que a maré de blogues, portais e espaços contrainformativos e comunicativos conscientes em Redes Socias som , e fundamentalmente, vam ser o elemento central na estrategia comunicativa dum futuro cada vez máis presente. A nossa intuiçom é ja elemento da vida comúm: milhons de individuos empregam quotidianamente os multiplos portais de autopublicaçom e Redes Sociais existentes e muitxs de estes usuarixs, entregam-se a construçom colectiva de novas Redes máis autonomas, rebeldes e tecnológicamente emancipadas da hegemonía do software privativo.

No ámbito concreto das redes sociais Facebook, Twenti, Twitter começam a ter enfronte propostas que desde a sociedade crítica, desde os movimentos sociais, ponhem em marcha diversas experiencias de rede social máis úteis, colectivas, tecnológicamente sostíveis e alternativas (N-1, Crabgrass, ou no caso galego, exemplos como Cabozo, Chuza, Sementeira,..).
Queremos debater entom sobre este fenómeno comunicativo (e polo tanto, político, relacional, afectivo, emotivo), ponher em claro propostas e apostas, lançar preguntas e transitar possiveis soluçons ante a MetaRede que, entre cada um dos nossos terminais, esta-se a componher e recomponher.

Jornada contrainformativa
Venres 5 - 20'30
Ouviremos e analisaremos em comúm o estado actual da contrainfomaçom na infosfera do pais posibilidades e futuro dos espaços telemáticos em chave social. (Vieiros, Galiza livre, Altermundo, Indymedia, Olholivre,...)

Sábado 6 - 18'00
Jornada Redes Sociais, web 2.0
Analisaremos colectivamente o uso das ferramentas que favoreçem a interacçom entre as comunidades e pessoas na infosfera crítica galega (Blogaliza, Altermundo, Ergosfera, Universidade Invisíbel, Sementeira, Indymedia, Saramaganta, CCSS, Trebelab, Hacktreu, Causaencantada,...)

* O sábado na manha assembleia aberta Indymedia Galiza (12'00)
* O sábado a noite haverá cea/fim de festa (vegana) 22'00

"O enxame, as regras mudarom"

Centro Social Atreu
T/ Sam José, 2 res-de-chao
A Corunha

II xornadas pola cultura livre

Por segundo ano consecutivo se convocan as “Xornadas pola Cultura Libre” coa intención de seguir desenvolvendo tecido. Afrontámolas con moita ilusión e se cabe máis compromiso e ambición cada dia que pasamos artellándoas. Cada dia creemos mais nelas por que estamos convencidas de que estamos no camiño correcto.

Carta para o xoves 24 e venres 25 de setembro

http://culturalivre.arkipelagos.net/

Encontro/presentación no Cineclube de Compostela de Olholivre e Gz Vídeos

O pasado 1 de abril, as compañeiras do Cineclube de Compostela organizaron unha sesión de presentación dos proxectos Gz Vídeos e Olholivre.

Previa presentación dos dous colectivos pasouse un traballo de cada un: un vídeo recopiltorio do ano percorrido por GZ Vídeos (parabéns!) e A cultura preokupa (Olholivre, 2008). Posteriormente houbo un debate no que se falou de que prioridades tiña cada colectivo, de como se compartían os materiais, dos problemas aos que se enfrentaban as persoas que graban ou fotografían (agresións policiais, multas, perdas de material, etc), de se a xente que estaba nestes colectivos tiña estudos audiovisuais... En definitiva, un agradable encontro no que se xuntaron ao redor de 50 persoas e contribuiu un pasiño máis ao fortalecemento dos espazos de construcción de cultura libre.

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